Meu nome é Hermelinda Acuña Duarte, tenho 22 anos, sou estudante do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas do Instituto Federal de Educação, Ciências e Tecnologias do Rio Grande do Sul, IFRS, Campus Vacaria; estou participando do programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência, PIBID. Criei este blog para compartir com vocês os trabalhos que irei realizando durante o percurso da minha bolsa e o para compartilhar informações também. Sigamos Aprendendo!!
terça-feira, 3 de agosto de 2021
Questões sobre o capítulo 2 livro: Aprendizado ativo no Ensino de Botânica.
Aqui eu deixo para vocês um questionário com respostas sobre o capítulo dois do livro: Aprendizado ativo no Ensino de Botânica.
1.
Quem
introduziu o termo “cegueira botânica”, e quando?
A
cegueira botânica foi introduzida pelos estadunidenses James H. Wandersee e
Elisabeth E. Schssler no ano de 1998, na terceira Reunião de Associados do 15ᵒ
Laboratory (Lousiana State University) que é um laboratório de pesquisas de
cognição visual e desenvolvimento para o aperfeiçoamento do Ensino de Botânica
e Biologia.
2.
O
que é cegueira botânica?
Cegueira
botânica é definida como a incapacidade de notar as plantas em seu próprio ambiente.
A falta de reconhecer a importância das plantas para a vida dos seres humanos,
apreciar seus aspectos estéticos biologicamente únicos, e a falta de percepção
em relação à comparação equivocada entre plantas e animais, enxergando as plantas
como seres inferiores, pelo qual considerados como menos dignos de percepção e
valorização pela espécie humana.
3.
Quais
os principais sintomas da cegueira botânica? Você já conheceu alguém, ou já
apresentou você mesmo, esses sintomas? Exemplifique, se a resposta for
afirmativa.
Os
sintomas da cegueira botânica são
a.
Não perceber e prestar atenção às plantas no seu cotidiano.
b.
Pensar que as plantas são apenas cenário para a vida animal.
c.
Compreender de modo equivocado as necessidades vitais das plantas, em termos de
matéria e energia.
d. Negligenciar a importância das plantas nas
atividades cotidianas.
e.
Não perceber as diferenças de escala de tempo das atividades dos animais e das
plantas.
f. Não vivenciar experiências práticas de
cultivo, observação e identificação com plantas da sua região.
g.
Não saber explicar aspectos científicos básicos sobre as plantas de sua região,
como crescimento, nutrição, reprodução e características ecológicas.
h. Falta de consciência sobre o papel
fundamental das plantas para um ciclo biogeoquímico chave em nosso planeta: o
ciclo do carbono.
i.
Ser insensível a características estéticas das plantas e suas estruturas
únicas, especialmente em relação a adaptações, coevolução, cores, dispersão,
diversidade, hábitos de crescimento, odores, tamanhos, sons, espaço, força,
simetria, texturas e gostos.
Eu
particularmente já apresentei os sintomas da cegueira botânica em sua
totalidade, pois num tempo atrás nem mesmo prestava atenção para as plantas,
ignorando as suas maravilhosas formas e negligenciando a sua importância e tudo
o que nelas está presente. Essa falta de percepção, acredito eu, que foi a
causa da falta de abordagens sobre o tema botânica de forma ampla no transcurso
da minha escolaridade e do meu cotidiano.
4.
Quais
princípios de percepção visual humana podem explicar a cegueira botânica? Cite
os princípios, e comente aquele (s) que te chamou mais atenção.
Existem
5 princípios de percepção que explicariam a cegueira botânica:
1.Os humanos podem
reconhecer visualmente apenas aquilo que já conhecem. A desatenção pode se
tornar atenção quando um objeto ou evento ganha significado. Muitas vezes,
vemos o que esperamos ver, pois tal atividade não envolve apenas os olhos, mas
sim o sistema olho-cérebro
2.Se os membros de um
conjunto de objetos não são suficientemente distintos de seu entorno, eles se
misturam e nada é percebido conscientemente. Vê-los e percebê-los torna-se um
desafio de detecção visual maior se comparado ao que ocorre com objetos
dinâmicos e bem definidos, destacados de seu entorno. Ainda, humanos tendem a
ficar entediados e se acomodarem quando olham uma cena relativamente constante
por muito tempo.
3.A proximidade estática é
uma indicação visual que humanos usam para agrupar objetos em categorias
visuais
4.A visão humana opera
para minimizar o gasto energético. Estima-se que a cada segundo, os olhos geram
mais de 10 milhões de bits de dados para processamento visual, mas o cérebro
extrai apenas cerca de 40 bits e processa totalmente apenas os 16 bits que
alcançam nossa atenção consciente. Assim, elementos aos quais atribuímos um
nível de baixa prioridade podem ser descartados, tornando o processamento
visual mais fácil.
5.O cérebro usa padrões de
espaço, tempo e cor para estruturar a experiência visual. Sendo
fundamentalmente um detector de diferença, quando o cérebro não as detecta, o
campo perceptivo não é estimulado.
O
primeiro princípio é o que me chama mais a atenção, pois me identifico com ele
Ela menciona que o ser humano só enxerga aquilo que já conhece das plantas, e
ignora todo o demais. Se conhecêssemos as plantas de forma mais detalhada e em
sua ampla diversidade, o nosso olhar nelas seria mais atencioso e perceberíamos
assim, cada detalhe presente nelas.
5. Quais
são os fatores apontados no texto como causas da cegueira botânica?
Fator
cultural e falta de um ensino adequado
6.
Qual
é a relação entre a cegueira botânica e o ensino?
Essa
relação se dá pela forma de Ensino de botânica desestimulada e pouco
significativa nas escolas. Isso causa um analfabetismo sobre o tema, impedindo
assim o interesse e a aquisição de conhecimentos de forma ampla e detalhada
sobre o assunto.
7.
Qual
é o papel dos professores na mitigação da cegueira botânica?
No
artigo se menciona sobre a forma em que os professores são ensinados nas
universidades, comentando sobre que em maioria de vezes, o aprendizado é mais
teórico, sem estímulo de práticas que levem ao professor ter uma aproximação
mais significativa com as plantas. Essa aproximação é de grande relevância para
a formação do professor, de modo a fazer uma melhor organização dos assuntos a
serem abordados, fazendo união de teoria e prática. Dessa forma o professor
pode contribuir de forma significativa para a mitigação da cegueira botânica.
8.Quais são as principais críticas
apontadas no texto para a utilização do termo cegueira botânica? Comente as
principais apontadas pelo texto.
As principais
críticas feitas foi em relação ao termo “Blindness” (cegueira), que pode
contribuir para o capacitismo de deficiências visuais, equiparando a
deficiência visual a traços negativos.
Outra das críticas feitas
foi em relação ao termo que a autora Parsley propôs para substituição do termo
“cegueira”. Ao invés de cegueira, a pesquisadora propôs o uso do termo
“Disparity”
(Disparidade), tal termo remete automaticamente a comparação entre animais e
plantas, o qual está se tentando evitar para a mitigação da cegueira botânica.
9.Segundo
o texto, quais dimensões devem ser consideradas para a promoção do Ensino de
Botânica a serviço da Educação Científica? Comente cada um deles.
São cinco as dimensões consideradas para a
promoção do ensino de botânica.
• Ambiental
—
motivando a análise do impacto da atividade humana no meio ambiente e a busca
de soluções para os problemas decorrentes.
Esta dimensão é uma
das mais importantes desde meu ponto de vista, visto que os problemas
ambientais vem se ampliando cada vez mais e a ameaça as plantas é o principal
problema, com isso ficao em risco as demais espécies do planeta.
• Filosófica, cultural e histórica —
levando à compreensão do papel da ciência na evolução da humanidade e sua
relação com religião, economia, tecnologia, entre outros.
Esta dimensão é de
grande relevância também, pois fazer uma comparação entre ciência e evolução
para entendermos a importância da ciência para o desenvolvimento humano.
• Ética — estimulando a análise e
argumentação sobre assuntos polêmicos vinculados às questões científicas que
são divulgados pelos meios de comunicação em massa, como aborto, eutanásia,
biodiversidade e relações internacionais, propriedade de descobertas
científicas, entre outros.
•
Médica — auxiliando a compreensão de conceitos biológicos básicos que estão
estreitamente relacionados a prevenção e cura de doenças.
• Estética — promovendo a percepção do
ambiente e sua biodiversidade pautando-se na integração entre
razão-imaginação-sentimentos-emoções, resultando em valores e atitudes potencialmente
transformadores do cotidiano.
10.Segundo
o artigo, quais abordagens de ensino-aprendizagem podem ser utilizadas para
aprimorar o ensino de botânica e mitigar a cegueira botânica? Comente cada uma
das abordagens mencionadas no texto.
São enfatizados as seguintes abordagens para
o processo de ensino-aprendizagem:
Ensino por investigação, onde os alunos
tenham a oportunidade de trabalhos com pesquisas, utilizando evidencias e tendo
maior aproximação do assunto estudado.
Ensino Híbrido, relacionar possibilidades
pedagógicas virtuais com as presencias para fazer um maior aproveitamento
deles.
Aprendizagem ativo, ensinar o conteúdo de
forma contextualizada, tornando o aluno o protagonista principal da construção
do seu conhecimento.
Abordagens CTSA, sigla para ciências,
tecnologia e ambiente, objetivando a aproximação dos estudantes à problemas
socioambientais de forma integral, fomentando assim a participação do alunado
na busca da mitigação de tais problemas.
terça-feira, 27 de julho de 2021
Resenha sobre a live "Abordagem Botânica nos diferentes níveis de Ensino: experiencias transformadoras"
INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
DO RIO GRANDE DO SUL
Campus
Vacaria
Licenciatura em
Ciências Biológicas
Programa
Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência Pibid/Capes-IFRS
Nome
do bolsista: Hermelinda Acuña Duarte.
Tema da atividade: Resenha
sobre a live “Abordagem de botânica nos diferentes níveis de Ensino: experiências
transformadoras”
A
live realizada sobre a ‘Abordagem de botânica nos diferentes níveis de ensino”
foi coordenada pela professora da USP Susana Ursi. A live trouxe várias
palestrantes de diferentes níveis de ensino que falaram sobre suas experiências
no ensino de botânica e as possibilidades de enfrentar a cegueira botânica nos
alunos.
A primeira ministrante foi a professora Ana
Cristina Aguilar Dias, que comentou sobre “A importância da sensibilização para
a aprendizagem Botânica no Ensino Superior: Relato de uma experiência”. Ela
começou sua fala mencionando que as dificuldades no ensino sempre existiram e
existirão, mas que todas elas podem ser superadas através das metodologias que
escolhamos utilizar. Após isso ela falou sobre a importância de ensinar botânica
como um processo contínuo e contextualizada, mencionando o quanto é relevante
estimular a aprendizagem de botânica proporcionando a contextualização e
articulação, conseguindo assim uma maior ativação do aluno em relação ao tema.
A
segunda ministrante da live foi a professora Luciana Bastos Ferreira, que
apresentou uma proposta de ensino remoto por investigação que desenvolveu para
seus alunos do ensino médio. Ela comentou que a primeira etapa para um ensino
investigativo tem que ser o levantamento de ideias prévias.
A
professora relatou que começou sua atividade relacionada a transpiração das
plantas disponibilizando uma questão problema para seus alunos. A partir disso,
os estudantes começariam a fazer o levantamento de hipóteses sobre que
problemas poderia apresentar a planta se sua transpiração fosse diminuída ou
mesmo cessada. Ela comentou que surgiram muitas questões, sendo possível
acordar o interesse do aluno. Após isso, a professora falou sobre as aulas práticas
que ela recomendou para seus alunos assistirem e dos questionamentos que
surgiram novamente. Luciana também mencionou sobre a estratégia que utilizou no
final de cada atividade, para os alunos questionarem suas dúvidas.
A
terceira a falar foi a professora do ensino Fundsmental Eloisa Gerolin, que
relatou um pouco sobre uma sequência de atividades para o ensino de
botânica. Primeiramente ela relatou que
deu uma questão problema para os alunos, sobre se uma planta consegue
sobreviver ou não em um ambiente fechado. Com base nisso, os alunos levantaram
hipóteses para explicar o que aconteceria com a planta. Após isso, fizeram
coleta de dados através do monitoramento das plantas em ambiente fechado. Dando
sequência, os alunos ilustraram o que estava acontecendo com a planta no
ambiente fechado, esquematizando cada desenho. Depois disso, os alunos
apresentaram seus resultados e fizeram conclusões. A professora comentou a
satisfação que sentiu, porque de alguma forma conseguiu diminuir a cegueira
botânica dos alunos.
A
última palestrante foi a professora Maria Fernanda Reis Bagulani, que relatou
um pouco sobre as atividades desenvolvidas com os alunos do ensino infantil.
Ela mencionou sobre a importância dos alunos terem contato com as plantas para
um melhor aprendizado de botânica. Ela relatou sobre as atividades de plantio
que realizam com os alunos na escola onde trabalha, e das curiosidades que
surgem dentro do transcurso de cada aula. Mencionou também sobre as atividades
de plantio que seus alunos realizaram agora no ensino remoto e o quanto isso
despertou curiosidades neles.
A
live trouxe muita informação enriquecedoras que com certeza ajudará muito os
professores na hora de ministrar uma aula sobre botânica. Cada palestrante trouxe
atividades diferentes com o mesmo objetivo de combater a cegueira botânica dos
estudantes.
Penso que é importante fazer uma aproximação dos
discentes e a biodiversidade de plantas as quais temos acesso, pois desse modo,
os estudantes terão um olhar diferente em relação a elas, relacionando teoria
com a prática, tendo a possibilidade de observar, mexer e analisar uma planta.
A
falta de percepção adequada das plantas, denominada cegueira botânica, muitas
vezes acontece por essa falta de contato dos estudantes com as plantas, pois
não adianta só passar no quadro ou mostrar ilustrações de uma flor por exemplo,
o aluno precisa ver em modo real também, para ter um maior interesse no
assunto. Como falou a primeira ministrante, os obstáculos e dificuldades para o
ensino sempre estarão aí presentes, mas como professores temos a possibilidade
e a capacidade de encontrar caminhos para superá-los através das metodologias
que escolhamos utilizar.
domingo, 25 de julho de 2021
Podcaste Ensinando Biologia por Investigação
AQUI DEIXO O LINK DE MAIS UM PODCAST. DESTA VEZ O TEMA É SOBRE O LIVRO ENSINANDO BIOLOGIA POR INVESTIGAÇÃO.https://drive.google.com/file/d/12R2jWJY8Kt_GJhHR6iH60QD75Q6_qmS-/view?usp=drivesdk
Relato das aulas ministradas sobre o Eixo Matéria e Energia.
INSTITUTO
FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
DO
RIO GRANDE DO SUL
Campus
Vacaria
Licenciatura
em Ciências Biológicas
Programa Institucional
de Bolsa de Iniciação à Docência Pibid/Capes-IFRS
Nome do bolsista: Hermelinda Acuna
Duarte e Mariana Lisbôa de Oliveira
Tema da atividade: Relato de
ministrar as aulas
Data de entrega: 23/06/2021
- Foi possível ministrar todo o
conteúdo programado? (descrever para aula 1 e 2)
Sim, toda a aula programada para os dois dias foi executada, algumas
atividades como a do padlet feita na primeira aula foi realizada de maneira
mais rápida em virtude do tempo da aula.
- O tempo da aula foi suficiente
ao conteúdo proposto? (descrever para aula 1 e 2)
Acreditamos que poderíamos ter abordado mais questões em relação ao
tema, mas diante do tempo proposto, as atividades foram todas realizadas.
- Como foi a interação dos alunos
na aula?
Num primeiro momento eles ficaram um pouco tímidos, mas aos poucos
começaram a participar das atividades. As câmeras permaneceram fechadas, alguns
alunos abriram somente na apresentação inicial, mas logo já fecharam.
- Como foi utilizar as ferramentas digitais na aula?
Foi um facilitador e possibilitou a interação de todos os alunos que se
faziam presentes na aula. A maioria interagiu, alguns talvez não tenham
conseguido participar da primeira atividade com a ferramenta digital padlet em
virtude do tempo, pois a aula já estava encerrando.
- Qual foi a impressão de
ministrar aula com o retorno presencial? Como foi dar aula dessa forma? (com
alguns alunos acompanhando de dentro da sala de aula)
Ministrar aulas dessa
forma foi algo bem novo para nós, e acreditamos que seja assim também para
todos os professores que estão trabalhando dessa forma. A impressão que nos deu
foi que ministrar aulas assim é bem mais trabalhoso e exige muita adaptação de
parte do professor. Pois é preciso dar a mesma atenção para os que estão em aula
e os que se encontram por trás das
telas do telefone ou computador.
- Na sua opinião, o que foi mais
interessante nas aulas?
O que achamos bem interessante e importante é que com as aulas remotas
os estudantes e professores estão conseguindo se familiarizar com várias
ferramentas digitas. Deu para perceber isso na hora que abrimos as atividades
de interação para os alunos participarem. Eles conseguiram entrar nos sistemas
de forma rápida e não tiveram grandes dificuldades para interagir nas
atividades propostas.
- O que você faria
diferente se ministrasse novamente este conteúdo?
Primeiramente pensamos
que seria bom ter um pouco mais de tempo para cada aula, dessa forma se
trabalharia de forma mais detalhada cada tópico do assunto abordado.
Incorporaríamos mais atividades de interação com o uso de ferramentas digitais,
inscentivariamos mais em cada aula para os alunos serem mais participativos, e abordaríamos com maior enfoque a importância
de cuidar do consumo da energia elétrica e sobre a questão de estarmos pagando
uma energia tão cara no Brasil.
Análises do capítulo 8 do livro Ensinando Biologia por Investigação.
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO,
CIÊNCIA E TECNOLOGIA
DO RIO GRANDE DO SUL
Campus
Vacaria
Licenciatura em Ciências Biológicas
Programa Institucional de Bolsa de
Iniciação à Docência Pibid/Capes-IFRS
Nome
das bolsistas: Hermelinda
Acuña Duarte e Alessandra Santini de Lima
Tema
da atividade:
Atividade sobre os capítulos do livro: Ensinando Biologia por Investigação.
Data
de entrega:
15/06/2021
Tópicos para ser abordado na análise do
capítulo do livro:
1.Qual foi o objetivo da atividade?
O objetivo da atividade foi
proporcionar o conhecimento através da visualização para que os alunos possam
conhecer os diferentes tipos de esqueletos de mamíferos, observando eles para
uma análise.
Essa atividade faz com que o aluno
consiga identificar quais as espécies de animais aquáticos e suas morfologias,
já que a atividade 1 tem duas questões a serem respondidas conforme a
observação dos alunos.
Na parte dois da atividade o
professor vai trabalhar a parte de levantamento de hipóteses que algo que
estimula os alunos a pensar e tentar solucionar essas próprias hipóteses
criadas.
Já na parte final da atividade ele
vai propor um trabalho com levantamento de dados sobre a história evolutiva dos
cetáceos, onde automaticamente todos os alunos poderiam analisar as hipóteses
dos demais colegas e pensar melhor no que cada uma significa.
2. Como
trabalhar em sala esse tema?
As
atividades propostas no livro para trabalhar esse tema sugerem primeiramente
que o professor comece com uma atividade de observação com os alunos, podendo
ser através de visitas a museus ou centros de proteção de animais-marinhos. No
caso de faltar estes recursos, o professor também pode utilizar vídeos ou
imagens para os alunos poderem visualizar os animais, focando principalmente na
morfologia dos organismos. É muito importante a elaboração de roteiros para os
alunos para o momento e para depois da atividade de observação. Depois é
sugerido que o professor ofereça uma atividade para os alunos, para elaborarem
hipóteses sobre a evolução das baleias. Para isto o professor vai agrupar os
alunos e disponibilizará um texto sobre a obra de Darwin “A Origem das
Espécies”, partindo desse ponto, os grupos irão elaborar três hipóteses para
explicar o motivo pelo qual os ancestrais das baleias foram gradualmente
deixando de ser animais terrestres e assumindo um modo de vida estritamente
aquático.
Em
terceiro momento é sugerido que o professor ofereça um trabalho sobre dados, a
partir de um levantamento sobre a história evolutiva dos cetáceos. Para isto, o
professor discute as hipóteses com o grande grupo e propõem uma análise prévia.
Esta atividade ajudará o grande grupo a ter uma análise geral de todas as
hipóteses realizadas pelos grupos, o que o permitirá refletir sobre as
hipóteses e pensar no significado de cada uma delas.
Para
um quarto momento é sugerido um processo para a análise dos dados, isto será
possível depois que os alunos tiverem uma visão geral das hipóteses
apresentadas. A ideia para esta atividade é que os alunos discutam as hipóteses
e as comparem com as evidências e registrem a discussão num diagrama de
hipótese.
Já
para finalizar, aprofundar as análises realizadas e chegar a conclusões.
3. O que fariam igual e o que fariam diferente
em relação a proposta do capítulo?
A
proposta do livro traz a observação, criação de hipóteses e levantamento de
dados que no nosso ver é algo bem interessante, por que vai estimular os alunos
a pensar sozinhos criando os problemas e as soluções com seus pontos de vista,
claro que debatido juntamente em grupos e depois apresentado para toda sala de
aula com o auxílio do professor.
Levar
os alunos ao museu é bem interessante para que eles possam visualizar de perto
os esqueletos, acredito que daria para adaptar essa atividade também em formas
de imagens ou vídeos como é sugerido, mais isso só seria uma hipóteses caso não
pudesse levar a turma no museu de fato.
Acredito
que a proposta é muito boa, mas essa pesquisa poderia virar um glossário para
que os alunos pudessem utilizá-la como uma fonte de estudo.
4. Como adaptar essa aula/tema para o ensino
remoto?
Acredito
que primeiramente poderia ser passado vídeos e imagens que ilustram os animais
aquáticos e que mostre sua morfologia de forma nítida e de fácil entendimento.
Depois de proporcionar que os alunos observem o que está sendo apresentado para
que eles possam criar hipóteses e levantamento de dados com o seu grupo, seria
sugerido que eles usassem o google drive para que pudessem se comunicar uns com
os outros.
Faremos
um debate com os dados levantados e suas hipóteses, para que todos os alunos
participem através de um jogo de perguntas de múltipla escolha sugerido com tema que está sendo montado.
5. Possibilidades para trabalho interdisciplinar
– o que poderia ser feito.
Acreditamos
que no ensino fundamental e médio
trabalhar este tema de forma interdisciplinar não seja fácil, mas
pensamos que adaptar o tema numa aula conjunta de história e ciências poderia
funcionar, onde em história fosse trabalhado a história de Charles Darwin, e a
polêmica que foi a publicação da obra “A Origem das Espécies”. Já o professor
de ciências trabalharia com as teorias evolucionistas, com a formulação de
hipótese e na análise de evidências.
Primeiramente pensamos que tem que se
trabalhar a parte histórica, após isso dar um enfoque maior a parte das teorias
evolucionistas, com base nisso gerar hipóteses, no segundo momento analisar
dados e evidências, e chegar a conclusões. Para realizar as atividades
sugerimos que os alunos sejam agrupados em pequenos grupos de três integrantes.
A disciplina de ciências poderia também
trabalhar esse tema de forma interdisciplinar com o Ensino Religioso e as
Teorias Criacionistas.
Resumo do capítulo 5 do livro Ensinando Biologia por Investigação.
INSTITUTO
FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
DO
RIO GRANDE DO SUL
Campus
Vacaria
Licenciatura
em Ciências Biológicas
Programa Institucional
de Bolsa de Iniciação à Docência Pibid/Capes-IFRS
Nome
do bolsista: Hermelinda Acuña Duarte
Tema
da atividade: Resumo do capítulo 5 do livro Ensinando Biologia por
Investigação.
Data
de entrega: 06/07/2021
Capitulo 5:
Investigando a Alimentação Humana como uma questão sócio científica.
Visto
que no Brasil o consumo de açúcares de adição é feito de forma exagerada pelos
jovens, sentiu-se a necessidade de elaborar uma atividade que trata do tema de
forma específica e aprofundada na sala de aula.
Neste
capítulo do livro é proposta uma atividade relacionada a alimentação humana,
com a perspectiva de tratar o assunto como temática sócio científica. O
principal objetivo é trabalhar sobre o consumo excessivo do açúcar e as doenças
relacionadas a ela. Para a elaboração do tema foi proposta uma sequência de
sete atividades apresentadas a seguir.
Atividade
1: Levantamento de dados e reflexão sobre o fenômeno. Este primeiro passo tem
por objetivo contextualizar o tema a ser trabalhado através dos hábitos
alimentares dos estudantes, com isso poderá ter-se um perfil gráfico dos
alimentos que são consumidos pelos estudantes.
Num
segundo momento é sugerido uma atividade experimental, onde o professor fará um
experimento com os seus alunos para determinar a concentração do açúcar em
bebidas industrializadas, em geral muito consumida pelos adolescentes.
Continuando é proposto
que o professor divida os alunos em grupos e elabore questões relacionadas a
atividade 1 e 2. O objetivo desta atividade é fazer uma reflexão com os grupos
sobre os resultados das atividades anteriores, através de discussões e as
questões realizadas pelo professor. Após isso os grupos terão que levantar
hipóteses para a explicação das causas da obesidade na sociedade atual.
Na
atividade quatro, sugere-se que o professor pesquise estudos científicos
relacionados ao açúcar e a obesidade, que o ajudarão na hora de fazer a análise
das hipóteses levantadas pelo alunado. A partir disso, o educador terá de
estimular os estudantes para pensarem sobre a questão da obesidade na sociedade
atual, com base na leitura de um texto científico que será realizada com o
grande grupo.
Após
isso, na quinta atividade, é proposto que os estudantes façam a análise de
experimentos científicos, realizados por pesquisadores que tinham por intenção
explicar as causas da obesidade. Com isso os estudantes farão uma comparação
das suas hipóteses com os resultados dos experimentos analisados.
Em
um sexto momento é proposta a ampliação da análise realizada na atividade
anterior. Nesta atividade o grande grupo terá que discutir e unir suas
conclusões para confrontá-las e argumenta-las. Para isto, é sugerido a
elaboração de um quadro que relacione as hipóteses levantadas com o conjunto de
dados analisados.
Para
finalizar a sequência da atividade, é proposto que os estudantes sejam
divididos em grupos novamente e elaborem formas de divulgação do conhecimento
adquirido. Cada grupo terá a liberdade de escolher a temática que será
divulgada, com base nas sequencias da atividade.
Acredito
que adaptar à aulas remotas a atividade proposta nesse capítulo do livro seja
possível. A análise do tema, o levantamento de hipóteses e as discussões pode
ser feito sem muitas dificuldades de forma online, pois são atividades que não
envolvem a manipulação de materiais físicos grandes. Mas penso que a atividade
experimental se tornará um pouco mais difícil, pois fica mais complicado para o
professor orientar aos seus alunos e mostrar a forma de fazer o experimento,
mesmo assim não é impossível. O professor pode gravar uma vídeo aula com o
passo a passo do experimento e repassar para os seus alunos.
Resumo do encontro do PIBID do dia 01/12/2021
Resumo do encontro do PIBID. No dia 01/12/2021 realizou-se mais um encontro online dos pibidianos do IFRS dos diferentes campus do Est...
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