terça-feira, 3 de agosto de 2021

Post sobre Cegueira Botânica

Aqui deixo um pequenos post sobre como poderia ser mitigado a cegueira botânica!









 














Questões sobre o capítulo 2 livro: Aprendizado ativo no Ensino de Botânica.

 Aqui eu deixo para vocês um questionário com respostas sobre o capítulo dois do livro: Aprendizado ativo no Ensino de Botânica.

1.    Quem introduziu o termo “cegueira botânica”, e quando?

A cegueira botânica foi introduzida pelos estadunidenses James H. Wandersee e Elisabeth E. Schssler no ano de 1998, na terceira Reunião de Associados do 15ᵒ Laboratory (Lousiana State University) que é um laboratório de pesquisas de cognição visual e desenvolvimento para o aperfeiçoamento do Ensino de Botânica e Biologia.

2.    O que é cegueira botânica?

Cegueira botânica é definida como a incapacidade de notar as plantas em seu próprio ambiente. A falta de reconhecer a importância das plantas para a vida dos seres humanos, apreciar seus aspectos estéticos biologicamente únicos, e a falta de percepção em relação à comparação equivocada entre plantas e animais, enxergando as plantas como seres inferiores, pelo qual considerados como menos dignos de percepção e valorização pela espécie humana.

 

3.    Quais os principais sintomas da cegueira botânica? Você já conheceu alguém, ou já apresentou você mesmo, esses sintomas? Exemplifique, se a resposta for afirmativa.

Os sintomas da cegueira botânica são

a. Não perceber e prestar atenção às plantas no seu cotidiano.

b. Pensar que as plantas são apenas cenário para a vida animal.

c. Compreender de modo equivocado as necessidades vitais das plantas, em termos de matéria e energia.

 d. Negligenciar a importância das plantas nas atividades cotidianas.

e. Não perceber as diferenças de escala de tempo das atividades dos animais e das plantas.

 f. Não vivenciar experiências práticas de cultivo, observação e identificação com plantas da sua região.

g. Não saber explicar aspectos científicos básicos sobre as plantas de sua região, como crescimento, nutrição, reprodução e características ecológicas.

 h. Falta de consciência sobre o papel fundamental das plantas para um ciclo biogeoquímico chave em nosso planeta: o ciclo do carbono.

i. Ser insensível a características estéticas das plantas e suas estruturas únicas, especialmente em relação a adaptações, coevolução, cores, dispersão, diversidade, hábitos de crescimento, odores, tamanhos, sons, espaço, força, simetria, texturas e gostos.

Eu particularmente já apresentei os sintomas da cegueira botânica em sua totalidade, pois num tempo atrás nem mesmo prestava atenção para as plantas, ignorando as suas maravilhosas formas e negligenciando a sua importância e tudo o que nelas está presente. Essa falta de percepção, acredito eu, que foi a causa da falta de abordagens sobre o tema botânica de forma ampla no transcurso da minha escolaridade e do meu cotidiano.

4.    Quais princípios de percepção visual humana podem explicar a cegueira botânica? Cite os princípios, e comente aquele (s) que te chamou mais atenção.

Existem 5 princípios de percepção que explicariam a cegueira botânica:

1.Os humanos podem reconhecer visualmente apenas aquilo que já conhecem. A desatenção pode se tornar atenção quando um objeto ou evento ganha significado. Muitas vezes, vemos o que esperamos ver, pois tal atividade não envolve apenas os olhos, mas sim o sistema olho-cérebro

2.Se os membros de um conjunto de objetos não são suficientemente distintos de seu entorno, eles se misturam e nada é percebido conscientemente. Vê-los e percebê-los torna-se um desafio de detecção visual maior se comparado ao que ocorre com objetos dinâmicos e bem definidos, destacados de seu entorno. Ainda, humanos tendem a ficar entediados e se acomodarem quando olham uma cena relativamente constante por muito tempo.

3.A proximidade estática é uma indicação visual que humanos usam para agrupar objetos em categorias visuais

4.A visão humana opera para minimizar o gasto energético. Estima-se que a cada segundo, os olhos geram mais de 10 milhões de bits de dados para processamento visual, mas o cérebro extrai apenas cerca de 40 bits e processa totalmente apenas os 16 bits que alcançam nossa atenção consciente. Assim, elementos aos quais atribuímos um nível de baixa prioridade podem ser descartados, tornando o processamento visual mais fácil.

5.O cérebro usa padrões de espaço, tempo e cor para estruturar a experiência visual. Sendo fundamentalmente um detector de diferença, quando o cérebro não as detecta, o campo perceptivo não é estimulado.

O primeiro princípio é o que me chama mais a atenção, pois me identifico com ele Ela menciona que o ser humano só enxerga aquilo que já conhece das plantas, e ignora todo o demais. Se conhecêssemos as plantas de forma mais detalhada e em sua ampla diversidade, o nosso olhar nelas seria mais atencioso e perceberíamos assim, cada detalhe presente  nelas.

 

5.    Quais são os fatores apontados no texto como causas da cegueira botânica?

Fator cultural e falta de um ensino adequado

6.    Qual é a relação entre a cegueira botânica e o ensino?

Essa relação se dá pela forma de Ensino de botânica desestimulada e pouco significativa nas escolas. Isso causa um analfabetismo sobre o tema, impedindo assim o interesse e a aquisição de conhecimentos de forma ampla e detalhada sobre o assunto.

7.    Qual é o papel dos professores na mitigação da cegueira botânica?

No artigo se menciona sobre a forma em que os professores são ensinados nas universidades, comentando sobre que em maioria de vezes, o aprendizado é mais teórico, sem estímulo de práticas que levem ao professor ter uma aproximação mais significativa com as plantas. Essa aproximação é de grande relevância para a formação do professor, de modo a fazer uma melhor organização dos assuntos a serem abordados, fazendo união de teoria e prática. Dessa forma o professor pode contribuir de forma significativa para a mitigação da cegueira botânica.

 

8.Quais são as principais críticas apontadas no texto para a utilização do termo cegueira botânica? Comente as principais apontadas pelo texto.

As principais críticas feitas foi em relação ao termo “Blindness” (cegueira), que pode contribuir para o capacitismo de deficiências visuais, equiparando a deficiência visual a traços negativos.

Outra das críticas feitas foi em relação ao termo que a autora Parsley propôs para substituição do termo “cegueira”. Ao invés de cegueira, a pesquisadora propôs o uso do termo “Disparity” (Disparidade), tal termo remete automaticamente a comparação entre animais e plantas, o qual está se tentando evitar para a mitigação da cegueira botânica.

 

 

9.Segundo o texto, quais dimensões devem ser consideradas para a promoção do Ensino de Botânica a serviço da Educação Científica? Comente cada um deles.

São cinco as dimensões consideradas para a promoção do ensino de botânica.

Ambiental — motivando a análise do impacto da atividade humana no meio ambiente e a busca de soluções para os problemas decorrentes.

Esta dimensão é uma das mais importantes desde meu ponto de vista, visto que os problemas ambientais vem se ampliando cada vez mais e a ameaça as plantas é o principal problema, com isso ficao em risco as demais espécies do planeta.

Filosófica, cultural e histórica — levando à compreensão do papel da ciência na evolução da humanidade e sua relação com religião, economia, tecnologia, entre outros.

Esta dimensão é de grande relevância também, pois fazer uma comparação entre ciência e evolução para entendermos a importância da ciência para o desenvolvimento humano.

Ética — estimulando a análise e argumentação sobre assuntos polêmicos vinculados às questões científicas que são divulgados pelos meios de comunicação em massa, como aborto, eutanásia, biodiversidade e relações internacionais, propriedade de descobertas científicas, entre outros.

 

 • Médica — auxiliando a compreensão de conceitos biológicos básicos que estão estreitamente relacionados a prevenção e cura de doenças.

Estética — promovendo a percepção do ambiente e sua biodiversidade pautando-se na integração entre razão-imaginação-sentimentos-emoções, resultando em valores e atitudes potencialmente transformadores do cotidiano.

 

10.Segundo o artigo, quais abordagens de ensino-aprendizagem podem ser utilizadas para aprimorar o ensino de botânica e mitigar a cegueira botânica? Comente cada uma das abordagens mencionadas no texto.

São enfatizados as seguintes abordagens para o processo de ensino-aprendizagem:

Ensino por investigação, onde os alunos tenham a oportunidade de trabalhos com pesquisas, utilizando evidencias e tendo maior aproximação do assunto estudado.

Ensino Híbrido, relacionar possibilidades pedagógicas virtuais com as presencias para fazer um maior aproveitamento deles.

Aprendizagem ativo, ensinar o conteúdo de forma contextualizada, tornando o aluno o protagonista principal da construção do seu conhecimento.

Abordagens CTSA, sigla para ciências, tecnologia e ambiente, objetivando a aproximação dos estudantes à problemas socioambientais de forma integral, fomentando assim a participação do alunado na busca da mitigação de tais problemas.

 

terça-feira, 27 de julho de 2021

Resenha sobre a live "Abordagem Botânica nos diferentes níveis de Ensino: experiencias transformadoras"

 


INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA

DO RIO GRANDE DO SUL

Campus Vacaria

Licenciatura em Ciências Biológicas

Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência Pibid/Capes-IFRS

 

 

Nome do bolsista: Hermelinda Acuña Duarte.

Tema da atividade: Resenha sobre a live “Abordagem de botânica nos diferentes níveis de Ensino: experiências transformadoras”

 

          Resenha da live "Abordagem Botânica nos diferentes níveis de Ensino: experiências                        transformadoras"

                A live realizada sobre a ‘Abordagem de botânica nos diferentes níveis de ensino” foi coordenada pela professora da USP Susana Ursi. A live trouxe várias palestrantes de diferentes níveis de ensino que falaram sobre suas experiências no ensino de botânica e as possibilidades de enfrentar a cegueira botânica nos alunos.

 A primeira ministrante foi a professora Ana Cristina Aguilar Dias, que comentou sobre “A importância da sensibilização para a aprendizagem Botânica no Ensino Superior: Relato de uma experiência”. Ela começou sua fala mencionando que as dificuldades no ensino sempre existiram e existirão, mas que todas elas podem ser superadas através das metodologias que escolhamos utilizar. Após isso ela falou sobre a importância de ensinar botânica como um processo contínuo e contextualizada, mencionando o quanto é relevante estimular a aprendizagem de botânica proporcionando a contextualização e articulação, conseguindo assim uma maior ativação do aluno em relação ao tema.

A segunda ministrante da live foi a professora Luciana Bastos Ferreira, que apresentou uma proposta de ensino remoto por investigação que desenvolveu para seus alunos do ensino médio. Ela comentou que a primeira etapa para um ensino investigativo tem que ser o levantamento de ideias prévias.

A professora relatou que começou sua atividade relacionada a transpiração das plantas disponibilizando uma questão problema para seus alunos. A partir disso, os estudantes começariam a fazer o levantamento de hipóteses sobre que problemas poderia apresentar a planta se sua transpiração fosse diminuída ou mesmo cessada. Ela comentou que surgiram muitas questões, sendo possível acordar o interesse do aluno. Após isso, a professora falou sobre as aulas práticas que ela recomendou para seus alunos assistirem e dos questionamentos que surgiram novamente. Luciana também mencionou sobre a estratégia que utilizou no final de cada atividade, para os alunos questionarem suas dúvidas.

A terceira a falar foi a professora do ensino Fundsmental Eloisa Gerolin, que relatou um pouco sobre uma sequência de atividades para o ensino de botânica.  Primeiramente ela relatou que deu uma questão problema para os alunos, sobre se uma planta consegue sobreviver ou não em um ambiente fechado. Com base nisso, os alunos levantaram hipóteses para explicar o que aconteceria com a planta. Após isso, fizeram coleta de dados através do monitoramento das plantas em ambiente fechado. Dando sequência, os alunos ilustraram o que estava acontecendo com a planta no ambiente fechado, esquematizando cada desenho. Depois disso, os alunos apresentaram seus resultados e fizeram conclusões. A professora comentou a satisfação que sentiu, porque de alguma forma conseguiu diminuir a cegueira botânica dos alunos.

A última palestrante foi a professora Maria Fernanda Reis Bagulani, que relatou um pouco sobre as atividades desenvolvidas com os alunos do ensino infantil. Ela mencionou sobre a importância dos alunos terem contato com as plantas para um melhor aprendizado de botânica. Ela relatou sobre as atividades de plantio que realizam com os alunos na escola onde trabalha, e das curiosidades que surgem dentro do transcurso de cada aula. Mencionou também sobre as atividades de plantio que seus alunos realizaram agora no ensino remoto e o quanto isso despertou curiosidades neles.

A live trouxe muita informação enriquecedoras que com certeza ajudará muito os professores na hora de ministrar uma aula sobre botânica. Cada palestrante trouxe atividades diferentes com o mesmo objetivo de combater a cegueira botânica dos estudantes.         

            Penso que é importante fazer uma aproximação dos discentes e a biodiversidade de plantas as quais temos acesso, pois desse modo, os estudantes terão um olhar diferente em relação a elas, relacionando teoria com a prática, tendo a possibilidade de observar, mexer e analisar uma planta.

A falta de percepção adequada das plantas, denominada cegueira botânica, muitas vezes acontece por essa falta de contato dos estudantes com as plantas, pois não adianta só passar no quadro ou mostrar ilustrações de uma flor por exemplo, o aluno precisa ver em modo real também, para ter um maior interesse no assunto. Como falou a primeira ministrante, os obstáculos e dificuldades para o ensino sempre estarão aí presentes, mas como professores temos a possibilidade e a capacidade de encontrar caminhos para superá-los através das metodologias que escolhamos utilizar.

domingo, 25 de julho de 2021

Podcaste Ensinando Biologia por Investigação

AQUI DEIXO O LINK DE MAIS UM PODCAST. DESTA VEZ O TEMA É SOBRE O LIVRO ENSINANDO BIOLOGIA POR INVESTIGAÇÃO.https://drive.google.com/file/d/12R2jWJY8Kt_GJhHR6iH60QD75Q6_qmS-/view?usp=drivesdk

Relato das aulas ministradas sobre o Eixo Matéria e Energia.

 



INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA

DO RIO GRANDE DO SUL

Campus Vacaria

Licenciatura em Ciências Biológicas

Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência Pibid/Capes-IFRS

 

 

Nome do bolsista: Hermelinda Acuna Duarte e Mariana Lisbôa de Oliveira

Tema da atividade: Relato de ministrar as aulas

Data de entrega: 23/06/2021

 

- Foi possível ministrar todo o conteúdo programado? (descrever para aula 1 e 2)

Sim, toda a aula programada para os dois dias foi executada, algumas atividades como a do padlet feita na primeira aula foi realizada de maneira mais rápida em virtude do tempo da aula.

- O tempo da aula foi suficiente ao conteúdo proposto?  (descrever para aula 1 e 2)

Acreditamos que poderíamos ter abordado mais questões em relação ao tema, mas diante do tempo proposto, as atividades foram todas realizadas.

- Como foi a interação dos alunos na aula?

Num primeiro momento eles ficaram um pouco tímidos, mas aos poucos começaram a participar das atividades. As câmeras permaneceram fechadas, alguns alunos abriram somente na apresentação inicial, mas logo já fecharam.

- Como foi utilizar as ferramentas digitais na aula?

Foi um facilitador e possibilitou a interação de todos os alunos que se faziam presentes na aula. A maioria interagiu, alguns talvez não tenham conseguido participar da primeira atividade com a ferramenta digital padlet em virtude do tempo, pois a aula já estava encerrando.

- Qual foi a impressão de ministrar aula com o retorno presencial? Como foi dar aula dessa forma? (com alguns alunos acompanhando de dentro da sala de aula)

Ministrar aulas dessa forma foi algo bem novo para nós, e acreditamos que seja assim também para todos os professores que estão trabalhando dessa forma. A impressão que nos deu foi que ministrar aulas assim é bem mais trabalhoso e exige muita adaptação de parte do professor. Pois é preciso dar a mesma atenção para os que estão em aula e os que se encontram por trás das telas do telefone ou computador.

- Na sua opinião, o que foi mais interessante nas aulas?

O que achamos bem interessante e importante é que com as aulas remotas os estudantes e professores estão conseguindo se familiarizar com várias ferramentas digitas. Deu para perceber isso na hora que abrimos as atividades de interação para os alunos participarem. Eles conseguiram entrar nos sistemas de forma rápida e não tiveram grandes dificuldades para interagir nas atividades propostas.

- O que você faria diferente se ministrasse novamente este conteúdo? 

Primeiramente pensamos que seria bom ter um pouco mais de tempo para cada aula, dessa forma se trabalharia de forma mais detalhada cada tópico do assunto abordado. Incorporaríamos mais atividades de interação com o uso de ferramentas digitais, inscentivariamos mais em cada aula para os alunos serem mais participativos, e   abordaríamos com maior enfoque a importância de cuidar do consumo da energia elétrica e sobre a questão de estarmos pagando uma energia tão cara no Brasil.

Análises do capítulo 8 do livro Ensinando Biologia por Investigação.

 



INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA

DO RIO GRANDE DO SUL

Campus Vacaria

Licenciatura em Ciências Biológicas

Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência Pibid/Capes-IFRS

 

Nome das bolsistas: Hermelinda Acuña Duarte e Alessandra Santini de Lima

Tema da atividade: Atividade sobre os capítulos do livro: Ensinando Biologia por Investigação.

Data de entrega: 15/06/2021

 Tópicos para ser abordado na análise do capítulo do livro:

1.Qual foi o objetivo da atividade?

O objetivo da atividade foi proporcionar o conhecimento através da visualização para que os alunos possam conhecer os diferentes tipos de esqueletos de mamíferos, observando eles para uma análise.

Essa atividade faz com que o aluno consiga identificar quais as espécies de animais aquáticos e suas morfologias, já que a atividade 1 tem duas questões a serem respondidas conforme a observação dos alunos.

Na parte dois da atividade o professor vai trabalhar a parte de levantamento de hipóteses que algo que estimula os alunos a pensar e tentar solucionar essas próprias hipóteses criadas.

Já na parte final da atividade ele vai propor um trabalho com levantamento de dados sobre a história evolutiva dos cetáceos, onde automaticamente todos os alunos poderiam analisar as hipóteses dos demais colegas e pensar melhor no que cada uma significa.

2. Como trabalhar em sala esse tema?

As atividades propostas no livro para trabalhar esse tema sugerem primeiramente que o professor comece com uma atividade de observação com os alunos, podendo ser através de visitas a museus ou centros de proteção de animais-marinhos. No caso de faltar estes recursos, o professor também pode utilizar vídeos ou imagens para os alunos poderem visualizar os animais, focando principalmente na morfologia dos organismos. É muito importante a elaboração de roteiros para os alunos para o momento e para depois da atividade de observação. Depois é sugerido que o professor ofereça uma atividade para os alunos, para elaborarem hipóteses sobre a evolução das baleias. Para isto o professor vai agrupar os alunos e disponibilizará um texto sobre a obra de Darwin “A Origem das Espécies”, partindo desse ponto, os grupos irão elaborar três hipóteses para explicar o motivo pelo qual os ancestrais das baleias foram gradualmente deixando de ser animais terrestres e assumindo um modo de vida estritamente aquático.

Em terceiro momento é sugerido que o professor ofereça um trabalho sobre dados, a partir de um levantamento sobre a história evolutiva dos cetáceos. Para isto, o professor discute as hipóteses com o grande grupo e propõem uma análise prévia. Esta atividade ajudará o grande grupo a ter uma análise geral de todas as hipóteses realizadas pelos grupos, o que o permitirá refletir sobre as hipóteses e pensar no significado de cada uma delas.

Para um quarto momento é sugerido um processo para a análise dos dados, isto será possível depois que os alunos tiverem uma visão geral das hipóteses apresentadas. A ideia para esta atividade é que os alunos discutam as hipóteses e as comparem com as evidências e registrem a discussão num diagrama de hipótese.

Já para finalizar, aprofundar as análises realizadas e chegar a conclusões.

  

 3. O que fariam igual e o que fariam diferente em relação a proposta do capítulo?

A proposta do livro traz a observação, criação de hipóteses e levantamento de dados que no nosso ver é algo bem interessante, por que vai estimular os alunos a pensar sozinhos criando os problemas e as soluções com seus pontos de vista, claro que debatido juntamente em grupos e depois apresentado para toda sala de aula com o auxílio do professor.

Levar os alunos ao museu é bem interessante para que eles possam visualizar de perto os esqueletos, acredito que daria para adaptar essa atividade também em formas de imagens ou vídeos como é sugerido, mais isso só seria uma hipóteses caso não pudesse levar a turma no museu de fato.

Acredito que a proposta é muito boa, mas essa pesquisa poderia virar um glossário para que os alunos pudessem utilizá-la como uma fonte de estudo.

 4. Como adaptar essa aula/tema para o ensino remoto?

Acredito que primeiramente poderia ser passado vídeos e imagens que ilustram os animais aquáticos e que mostre sua morfologia de forma nítida e de fácil entendimento. Depois de proporcionar que os alunos observem o que está sendo apresentado para que eles possam criar hipóteses e levantamento de dados com o seu grupo, seria sugerido que eles usassem o google drive para que pudessem se comunicar uns com os outros.

Faremos um debate com os dados levantados e suas hipóteses, para que todos os alunos participem através de um jogo de perguntas de múltipla escolha  sugerido com tema que está sendo montado.

5.  Possibilidades para trabalho interdisciplinar – o que poderia ser feito.

Acreditamos que no ensino fundamental e médio  trabalhar este tema de forma interdisciplinar não seja fácil, mas pensamos que adaptar o tema numa aula conjunta de história e ciências poderia funcionar, onde em história fosse trabalhado a história de Charles Darwin, e a polêmica que foi a publicação da obra “A Origem das Espécies”. Já o professor de ciências trabalharia com as teorias evolucionistas, com a formulação de hipótese e na análise de evidências.

 Primeiramente pensamos que tem que se trabalhar a parte histórica, após isso dar um enfoque maior a parte das teorias evolucionistas, com base nisso gerar hipóteses, no segundo momento analisar dados e evidências, e chegar a conclusões. Para realizar as atividades sugerimos que os alunos sejam agrupados em pequenos grupos de três integrantes.

 A disciplina de ciências poderia também trabalhar esse tema de forma interdisciplinar com o Ensino Religioso e as Teorias Criacionistas.

 

Resumo do capítulo 5 do livro Ensinando Biologia por Investigação.

 



INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA

DO RIO GRANDE DO SUL

Campus Vacaria

Licenciatura em Ciências Biológicas

Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência Pibid/Capes-IFRS

 

 

Nome do bolsista: Hermelinda Acuña Duarte

 

 

Tema da atividade: Resumo do capítulo 5 do livro Ensinando Biologia por Investigação.

 

 

Data de entrega: 06/07/2021

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Capitulo 5: Investigando a Alimentação Humana como uma questão sócio científica.

Visto que no Brasil o consumo de açúcares de adição é feito de forma exagerada pelos jovens, sentiu-se a necessidade de elaborar uma atividade que trata do tema de forma específica e aprofundada na sala de aula.

Neste capítulo do livro é proposta uma atividade relacionada a alimentação humana, com a perspectiva de tratar o assunto como temática sócio científica. O principal objetivo é trabalhar sobre o consumo excessivo do açúcar e as doenças relacionadas a ela. Para a elaboração do tema foi proposta uma sequência de sete atividades apresentadas a seguir.

Atividade 1: Levantamento de dados e reflexão sobre o fenômeno. Este primeiro passo tem por objetivo contextualizar o tema a ser trabalhado através dos hábitos alimentares dos estudantes, com isso poderá ter-se um perfil gráfico dos alimentos que são consumidos pelos estudantes.

Num segundo momento é sugerido uma atividade experimental, onde o professor fará um experimento com os seus alunos para determinar a concentração do açúcar em bebidas industrializadas, em geral muito consumida pelos adolescentes.

Continuando é proposto que o professor divida os alunos em grupos e elabore questões relacionadas a atividade 1 e 2. O objetivo desta atividade é fazer uma reflexão com os grupos sobre os resultados das atividades anteriores, através de discussões e as questões realizadas pelo professor. Após isso os grupos terão que levantar hipóteses para a explicação das causas da obesidade na sociedade atual.

Na atividade quatro, sugere-se que o professor pesquise estudos científicos relacionados ao açúcar e a obesidade, que o ajudarão na hora de fazer a análise das hipóteses levantadas pelo alunado. A partir disso, o educador terá de estimular os estudantes para pensarem sobre a questão da obesidade na sociedade atual, com base na leitura de um texto científico que será realizada com o grande grupo.

Após isso, na quinta atividade, é proposto que os estudantes façam a análise de experimentos científicos, realizados por pesquisadores que tinham por intenção explicar as causas da obesidade. Com isso os estudantes farão uma comparação das suas hipóteses com os resultados dos experimentos analisados.

Em um sexto momento é proposta a ampliação da análise realizada na atividade anterior. Nesta atividade o grande grupo terá que discutir e unir suas conclusões para confrontá-las e argumenta-las. Para isto, é sugerido a elaboração de um quadro que relacione as hipóteses levantadas com o conjunto de dados analisados.

Para finalizar a sequência da atividade, é proposto que os estudantes sejam divididos em grupos novamente e elaborem formas de divulgação do conhecimento adquirido. Cada grupo terá a liberdade de escolher a temática que será divulgada, com base nas sequencias da atividade.

Acredito que adaptar à aulas remotas a atividade proposta nesse capítulo do livro seja possível. A análise do tema, o levantamento de hipóteses e as discussões pode ser feito sem muitas dificuldades de forma online, pois são atividades que não envolvem a manipulação de materiais físicos grandes. Mas penso que a atividade experimental se tornará um pouco mais difícil, pois fica mais complicado para o professor orientar aos seus alunos e mostrar a forma de fazer o experimento, mesmo assim não é impossível. O professor pode gravar uma vídeo aula com o passo a passo do experimento e repassar para os seus alunos.

Resumo do encontro do PIBID do dia 01/12/2021

  Resumo do encontro do PIBID.     No dia 01/12/2021 realizou-se mais um encontro online dos pibidianos do IFRS dos diferentes campus do Est...